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sábado, 7 de abril de 2012

Páscoa, o que significa isto?

Páscoa vem do hebraico pesach, "passar sobre". Foi quando Israel, após 400 anos de escravidão no Egito, foi libertado miraculosamente por Deus, e constituído como seu povo. A páscoa era o pacto entre Deus e Israel. Deus cuidaria do povo e Israel lhe seria obediente. Sua instituição está em Êxodo 12.1-13:

(1) E falou o SENHOR a Moisés e a Arão na terra do Egito, dizendo:
(2) Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano.
(3) Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família.
(4) Mas se a família for pequena para um cordeiro, então tome um só com seu vizinho perto de sua casa, conforme o número das almas; cada um conforme ao seu comer, fareis a conta conforme ao cordeiro.
(5) O cordeiro, ou cabrito, será sem mácula, um macho de um ano, o qual tomareis das ovelhas ou das cabras.
(6) E o guardareis até ao décimo quarto dia deste mês, e todo o ajuntamento da congregação de Israel o sacrificará à tarde.
(7) E tomarão do sangue, e pô-lo-ão em ambas as ombreiras, e na verga da porta, nas casas em que o comerem.
(8) E naquela noite comerão a carne assada no fogo, com pães ázimos; com ervas amargosas a comerão.
(9) Não comereis dele cru, nem cozido em água, senão assado no fogo, a sua cabeça com os seus pés e com a sua fressura.
(10) E nada dele deixareis até amanhã; mas o que dele ficar até amanhã, queimareis no fogo.
(11) Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do SENHOR.
(12) E eu passarei pela terra do Egito esta noite, e ferirei todo o primogênito na terra do Egito, desde os homens até aos animais; e em todos os deuses do Egito farei juízos. Eu sou o SENHOR.
(13) E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito.

Neste texto destacamos três aspectos: o cordeiro, o participante e o sangue do cordeiro. Analisamos os três separadamente, ajuntando depois suas partes, e cotejando com a pessoa de Jesus, podemos entender um pouco mais sobre o significado cristão da páscoa. A páscoa judaica era também uma profecia factual, que se cumpriu em Cristo.

1. O CORDEIRO

Sem defeito e macho de um ano (v. 5). Com um ano o cordeiro está adulto. Deveria ser perfeito. Um símbolo de Cristo, que começou seu ministério aos 30 anos (quando o hebreu alcançava a plenitude física) e foi sem pecado. Deveria ser comido com pães ázimos (sem fermento, símbolo da corrupção - o fermento não era químico, era comida azeda ajuntada à comida boa para fermentá-la), e com ervas amargas (símbolo da amargura da escravidão), conforme o v. 8. Deveria ser inteiramente comido. O que sobrasse, seria queimado (v. 10). Um símbolo do sacrifício de Cristo, totalmente consumido em favor da humanidade. Por isso que Paulo chamou a Jesus de "nossa páscoa", como lemos em 1 Coríntios 5.7. O cordeiro simbolizava a obra de Jesus. Sua morte simbolizava a morte de Cristo por nós. Por causa do sangue do cordeiro na páscoa, Deus passou por cima dos hebreus. Por causa do sangue de Cristo, Deus passa por cima de nós e não nos condena.

2. O PARTICIPANTE

A páscoa deveria ser celebrada em família (v. 3). Israel deveria se ver como uma comunidade e não como uma massa de escravos. Um símbolo da igreja, que é uma família, a família de Deus. As pessoas deveriam comer preparadas para a viagem e apressadamente. Outro simbolismo: eram peregrinos. O Egito não era o lugar deles. Da mesma maneira, um cristão compreende que é peregrino nesse mundo. Nenhum de nós viverá para semente. Todos iremos daqui. Eles tinham um destino, uma pátria. A Igreja compreende que é peregrina e que tem uma pátria melhor, como lemos em Filipenses 3.20 e Hebreus 11.14-16. A páscoa judaica lembrava aos judeus que foram estrangeiros no Egito e que Deus lhes dera uma terra. O cristão sabe que é peregrino neste mundo e que Deus lhe deu uma pátria celestial. Jesus deixou isto bem claro, como lemos em João 14.1-6. Somos peregrinos, em busca de uma pátria melhor.

3. O SANGUE

O sangue era a cobertura que salvava. A meia-noite, houve juízo sobre o Egito, mas onde houvesse o sangue na porta, haveria salvação e não haveria juízo (vv. 12-13). Simbolizava o sangue que Cristo derramaria na cruz para nos livrar do poder das trevas e da condenação eterna, como lemos nas seguintes passagens: João 8.34-36 e lJoão 1.7-9. O sangue do cordeiro que foi derramado e aspergido nas portas das casas dos judeus significa que eles estavam cobertos, Deus passaria por cima da casa, e não a julgaria. Da mesma maneira, quem está coberto pelo sangue de Cristo, quem crê no seu sacrifício na cruz por nós, está coberto e não será jamais julgado: João 3.16-17. O sangue do Cordeiro de Deus nos cobre do juízo divino.

CONCLUSÃO

A páscoa do cristão não é ovo de chocolate nem o símbolo é um coelho. Isto é festa. A verdadeira páscoa é aquela em que podemos dizer que aceitamos que Jesus morreu pelos nossos pecados. Ele é a verdadeira páscoa. Ele morreu numa semana de páscoa encerrando assim o trato de Deus com Israel, e fazendo surgir outro povo, a Igreja, povo multirracial, multiétnico e atemporal, sem geografia. A ceia substitui a páscoa, pois é a nova aliança: Mateus 26.17-28. Esta nova aliança cancela a antiga: Hebreus 8.9-13. O cristão, na páscoa, lembra disto: Cristo morreu pelos nossos pecados. Esta sempre foi a verdadeira mensagem da Igreja: 1Coríntios 15.1-4. Cristo morreu por nossos pecados, como o cordeiro que morreu para que os israelitas tivessem liberdade. Mas Cristo ressuscitou, esta é a diferença. Por isso vale a pena crer nele.

Não precisamos ser rabugentos, implicando com tudo, e negarmos o aspecto cultural e festivo dos dias da páscoa. Receba e dê ovos de chocolate, se você gostar. Mas a verdadeira páscoa é poder dizer que Cristo morreu por nós, para nos dar a salvação.

Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho

sábado, 16 de abril de 2011

Os dois significados da Páscoa

E este dia vos será por memória, e celebrá-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo (Êxodo 12:14).

Quando Deus libertou os israelitas da escravidão do Egito também lhes deu instruções para celebrar a páscoa. Deviam escolher um cordeiro, imolá-lo, colocar o sangue do animal sobre as vigas da porta de cada casa e comer a carne assada no fogo. Deus lhes disse: "Vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito" (Êxodo 12:13). Mais tarde, em memória dessa noite extraordinária, deveriam celebrar a páscoa anualmente, mas com uma diferença: já não precisavam colocar o sangue sobre as portas.

Os que crêem no Senhor Jesus podem aplicar à própria vida essas duas verdades sobre a páscoa. A saída do Egito evoca nossa conversão, quando reconhecemos que o Senhor Jesus deu Seu sangue para nos limpar de todo pecado. Então nos colocamos debaixo de Sua proteção. A conversão é um fato que ocorre uma única vez e não pode se repetir.

Assim como Israel sempre deveria recordar aquela noite, nós também devemos recordar do sangue que o Senhor Jesus derramou por nós. No domingo, quando celebramos a Ceia do Senhor, colocamos em prática a outra parte do ensino sobre a páscoa. Durante essa festa, os israelitas lembravam o sangue posto sobre as vigas das portas das casas de seus antepassados no Egito. Assim também devemos nos lembrar do Senhor dando Sua vida por nós na cruz do Gólgota. Ao fazermos isso, anunciamos "a morte do Senhor, até que venha" (I Coríntios 11:26).

Devocional Boa Semente

sábado, 9 de abril de 2011

Páscoa, o livramento da morte

A Páscoa ocupa um lugar central nas Escrituras. No Antigo Testamento a Páscoa fala da libertação do povo de Israel do terrível cativeiro do Egito. Esta bela e dramática história está registrada em Êxodo 12. No Novo Testamento a Páscoa refere-se à morte e ressurreição de Jesus Cristo. Deus tirou o seu povo do Egito com mão forte e poderosa através do sangue do Cordeiro. Deus nos tirou do cativeiro do pecado pelo sangue de Jesus. A morte do cordeiro na páscoa judaica era um tipo da morte de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Algumas lições podem ser destacadas para o nosso ensino:

1. O livramento da morte depende da morte do Cordeiro (Ex 12.4-6) - Quando a Páscoa foi instituída, Deus ordenou a Moisés que cada família se reunisse para matar o cordeiro e aspergir as ombreiras da porta com o sangue. O anjo do Senhor passaria naquela noite e vendo o sangue passaria por alto e não feriria de morte o primogênito. Todos os primogênitos do Egito morreram naquela noite, exceto aqueles que estavam debaixo do abrigo do sangue do Cordeiro. Não foi a vida do cordeiro, mas sua morte que trouxe livramento para os israelitas. Assim, também, somos libertos da morte pela morte de Cristo. Ele morreu a nossa morte. Ele é o nosso cordeiro pascal.

2. O livramento da morte depende de estar debaixo do abrigo do sangue (Ex 12.7,13,14) - A libertação da morte dependeu não apenas da morte do cordeiro, mas também, do seu sangue aspergido nas ombreiras das portas. Precisamos estar debaixo do sangue de Cristo para sermos salvos. Não há remissão de pecados sem derramamento de sangue. Não é o sangue de um cordeiro que pode nos purificar do pecado, mas apenas o sangue do Cordeiro sem defeito, o sangue de Cristo. Por ele somos remidos, comprados, purificados e justificados.

3. Os que foram libertos pelo sangue precisam se alimentar do Cordeiro (Ex 12.8-12) - Aqueles que foram salvos pelo sangue alimentaram-se do cordeiro. Reunidos em famílias os israelitas se fortaleceram para a caminhada, comendo a carne do cordeiro com ervas amargas. Aqueles que são salvos pelo sangue de Cristo, precisam se alimentar de Cristo. Ele é o pão vivo que desceu do céu. Ele é o alimento para a nossa alma. A Páscoa judaica foi substituída pela Ceia do Senhor. O pão simboliza o corpo de Cristo e o vinho o seu sangue. Devemos nos alimentar do corpo e do sangue do Senhor. O pão e o vinho não se transubstanciam em corpo de Cristo como ensina o dogma romano nem Cristo está presente fisicamente neles, como pensava Lutero. Cristo está presente na Ceia espiritualmente e dele nos alimentamos espiritualmente.

4. Os que celebram a Páscoa do Senhor precisam lançar fora todo o fermento da maldade (Ex 12.15-20) - Durante a celebração da Páscoa judaica, os israelitas não podiam ter nenhuma espécie de fermento em casa nem comer pão levedado. O fermento é um símbolo da contaminação do pecado. Precisamos examinar a nós mesmos antes de comermos o pão e bebermos o cálice. O propósito do auto-exame não é para fugirmos da Ceia por causa do pecado, mas fugirmos do pecado por causa da Ceia. Não podemos participar dignamente da Ceia do Senhor agasalhando pecado no coração. Não podemos participar da Ceia dignamente hospedando no coração qualquer sentimento de hostilidade ou rancor pelos irmãos. A igreja precisa ser uma comunidade de santidade, amor e perdão, antes de ser uma comunidade de celebração.

Rev. Hernandes Dias Lopes

domingo, 28 de março de 2010

Jesus é a nossa Páscoa!

A palavra portuguesa "páscoa" é usada para designar a festa dos judeus que, no hebraico, recebe o nome de pesach (passar por sobre). Esse nome surgiu em face da narrativa bíblica em que o anjo da morte, ou o anjo destruidor, "passou por sobre" as casas assinaladas com o sangue do cordeiro pascal, atacacando ferozmente as casas dos egipcios e matando a todos os primogênitos de entre eles (Ex 12.21ss). Essa mortandade convenceu faraó de permitir que Israel deixasse o Egito, após 400 anos de servidão naquele país. Por tudo isso, é correto afirmar que a palavra páscoa - desde tempos mais remotos - tem o sentido de libertação e expiação. O sangue do cordeiro teria um papel expiatório, e o êxodo seria a concretização dessa libertação.

A festa da páscoa é o mais importante dos memoriais do Antigo Testamento, sendo o início de uma série de acontecimentos sem precedentes, que culminaram na entrada do povo na Terra Prometida. No entanto, passados mais de 1500 anos daquela primeira celebração, um outro evento importante teve seu lugar na história. Deus visitou os homens, vestido de carne e tal como o cordeiro na noite de páscoa, verteu seu sangue para que nós pudessemos ser livres do Destruidor. A morte de Cristo, o verdadeiro Cordeiro de Deus, veio a significar uma expiação perfeita e uma libertação muito mais ampla, razão pela qual o apóstolo Paulo refere-se a Cristo como a nossa páscoa (1Co 5.7).

No mundo ocidental, vimos o conceito da páscoa evoluir rapidamente, de modo que ela passou de uma celebração religiosa para uma data meramente comercial. Aproveita-se a época para vender ovos de chocolate, e promociona-se a figura do coelho, e não do cordeiro. Não tenho absolutamente nada contra quem quer que coma chocolate, quer seja na páscoa, quer seja em qualquer outro dia do ano. Pesquisas recentes confirmam que o chocolate do tipo meio-amargo, por exemplo, protege o coração, e consumo rotineiro reduz os níveis da pressão arterial. Nada contra, mas acontece que em tratando-se de páscoa, tem se perdido a essencia da representação desse memorial. Já ninguém conhece o sentido e o significado da páscoa.

Libertação e expiação: Estes são os verdadeiros símbolos da Páscoa. Foi isso que Moisés significou para Israel; é isso o que Jesus significa para nós. Deus em Cristo nos libertou! Já passei da morte para a vida! Isso é pascoa. O reconhecimento de que já não devemos estar debaixo de um jugo de escravo, sendo aprisionados por mandamentos humanos, por ordens sem sentido e heresias infundadas, por medo de perder uma cobertura apóstólica, a não aceitação dessa deturpação do sacrifício de Cristo na cruz, o olvidar do perdão, da salvação; tudo isso anula o sentido da páscoa. A pascoa cristã não precisa ser apenas uma celebração anual, ela deve ser vivida a cada dia.

Nesse domingo de páscoa, coma chocolate, dê um lindo passeio com a família. Tudo isso é muito bacana! Mas não se esqueça que pascoa é muito mais que um ovo de chocolate e um passeio de fim de semana: é Cristo Jesus, reinando em nossos corações, declarando-nos livres do poder do pecado através do seu sangue. É assim que deve ser celebrada a nossa fé.

Leonardo G. Silva - Th.M.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Páscoa, o que significa isto?

Páscoa vem do hebraico pesach, "passar sobre". Foi quando Israel, após 400 anos de escravidão no Egito, foi libertado miraculosamente por Deus, e constituído como seu povo. A páscoa era o pacto entre Deus e Israel. Deus cuidaria do povo e Israel lhe seria obediente. Sua instituição está em Êxodo 12.1-13.

Neste texto destacamos três aspectos: o cordeiro, o participante e o sangue do cordeiro. Analisamos os três separadamente, ajuntando depois suas partes, e cotejando com a pessoa de Jesus, podemos entender um pouco mais sobre o significado cristão da páscoa. A páscoa judaica era também uma profecia factual, que se cumpriu em Cristo.

1. O Cordeiro

Sem defeito e macho de um ano (v. 5). Com um ano o cordeiro está adulto. Deveria ser perfeito. Um símbolo de Cristo, que começou seu ministério aos 30 anos (quando o hebreu alcançava a plenitude física) e foi sem pecado. Deveria ser comido com pães ázimos (sem fermento, símbolo da corrupção - o fermento não era químico, era comida azeda ajuntada à comida boa para fermentá-la), e com ervas amargas (símbolo da amargura da escravidão), conforme o v. 8. Deveria ser inteiramente comido. O que sobrasse, seria queimado (v. 10). Um símbolo do sacrifício de Cristo, totalmente consumido em favor da humanidade. Por isso que Paulo chamou a Jesus de "nossa páscoa", como lemos em 1Coríntios 5.7. O cordeiro simbolizava a obra de Jesus. Sua morte simbolizava a morte de Cristo por nós. Por causa do sangue do cordeiro na páscoa, Deus passou por cima dos hebreus. Por causa do sangue de Cristo, Deus passa por cima de nós e não nos condena.

2. O Participante

A páscoa deveria ser celebrada em família (v. 3). Israel deveria se ver como uma comunidade e não como uma massa de escravos. Um símbolo da Igreja, que é uma família, a família de Deus. As pessoas deveriam comer preparadas para a viagem e apressadamente. Outro simbolismo: eram peregrinos. O Egito não era o lugar deles. Da mesma maneira, um cristão compreende que é peregrino nesse mundo. Nenhum de nós viverá para semente. Todos iremos daqui. Eles tinham um destino, uma pátria. A Igreja compreende que é peregrina e que tem uma pátria melhor, como lemos em Filipenses 3.20 e Hebreus 11.14-16. A páscoa judaica lembrava aos judeus que foram estrangeiros no Egito e que Deus lhes dera uma terra. O cristão sabe que é peregrino neste mundo e que Deus lhe deu uma pátria celestial. Jesus deixou isto bem claro, como lemos em João 14.1-6. Somos peregrinos, em busca de uma pátria melhor.

3. O Sangue

O sangue era a cobertura que salvava. A meia-noite houve juízo sobre o Egito, mas onde houvesse o sangue na porta, haveria salvação e não haveria juízo (vv. 12-13). Simbolizava o sangue que Cristo derramaria na cruz para nos livrar do poder das trevas e da condenação eterna, como lemos nas seguintes passagens: João 8.34-36 e lJoão 1.7-9.

O sangue do cordeiro que foi derramado e aspergido nas portas das casas dos judeus significa que eles estavam cobertos, Deus passaria por cima da casa, e não a julgaria. Da mesma maneira, quem está coberto pelo sangue de Cristo, quem crê no seu sacrifício na cruz por nós, está coberto e não será jamais julgado: João 3.16-17. O sangue do Cordeiro de Deus nos cobre do juízo divino.

Conclusão

A páscoa do cristão não é ovo de chocolate nem o símbolo é um coelho. Isto é festa. A verdadeira páscoa é aquela em que podemos dizer que aceitamos que Jesus morreu pelos nossos pecados. Ele é a verdadeira páscoa. Ele morreu numa semana de páscoa encerrando assim o trato de Deus com Israel, e fazendo surgir outro povo, a Igreja, povo multirracial, multiétnico e atemporal, sem geografia. A ceia substitui a páscoa, pois é a nova aliança: Mateus 26.17-28. Esta nova aliança cancela a antiga: Hebreus 8.9-13. O cristão, na páscoa, lembra disto: Cristo morreu pelos nossos pecados. Esta sempre foi a verdadeira mensagem da Igreja: 1Coríntios 15.1-4. Cristo morreu por nossos pecados, como o cordeiro que morreu para que os israelitas tivessem liberdade. Mas Cristo ressuscitou, esta é a diferença. Por isso vale a pena crer nEle.

Não precisamos ser rabugentos, implicando com tudo, e negarmos o aspecto cultural e festivo dos dias da páscoa. Receba e dê ovos de chocolate, se você gostar. Mas a verdadeira páscoa é poder dizer que Cristo morreu por nós, para nos dar a salvação.Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho

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terça-feira, 3 de abril de 2007

A Páscoa do Senhor

A Páscoa do Senhor

Em Levítico 23, Deus ordenou através de Moisés que Israel celebrasse sete festas, chamadas festas solenes do Senhor (YaHWeH). Tratava-se de festas memoriais dos grandes feitos do Senhor entre os israelitas, que serviam para não se esquecer das maravilhas e dos milagres que Deus havia realizado pelo povo. Mas, em parte elas também eram festas que se relacionavam com a agricultura, festas de ações de graças pela colheita. Além disso, elas tinham um sentido simbólico-profético da salvação divina futura. Veremos que a primeira festa, a festa da Páscoa, cumpriu-se de maneira maravilhosa em Jesus Cristo.

O calendário bíblico começa com o mês primaveril de abibh. No dia 14 desse mês, ao entardecer, começa a Pessach (a Páscoa Judaica), quando o cordeiro era morto. Em Êxodo 12, Deus deu instruções detalhadas através de Moisés sobre como tudo deveria ser feito na noite em que o anjo destruidor passasse pelo Egito.

Em primeiro lugar, Moisés ordenou que no décimo dia do primeiro mês toda família deveria tomar para si um cordeiro ou um cabrito, macho de um ano, sem mácula (Êxodo 12.3-6). Essa ordenança aparentemente secundária teve cumprimento maravilhoso e impressionante em Jesus, que tornou-se o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo: Jesus foi a Jerusalém antes da Páscoa com a intenção declarada de sofrer e morrer, depois de ter ficado bastante tempo em lugar retirado, evitando a prisão ordenada pelos principais sacerdotes e fariseus (João 11.54). Seis dias antes da Páscoa Ele chegou a Betânia (João 12.1), próxima a Jerusalém. No primeiro dia da semana (Domingo de Ramos), Ele entrou publicamente na cidade e no templo acompanhado dos brados de júbilo dos discípulos e do povo (João 12.12). Ele veio a Jerusalém conscientemente para sofrer e morrer, e a respeito disso Ele havia falado com Seus discípulos em diversas oportunidades, mas eles não conseguiram entendê-lO. Na minha opinião, esse foi o décimo dia do primeiro mês, quando o cordeiro pascal tinha de ser separado, Jesus igualmente separou-se e recolheu-se, preparando-se para Sua última jornada, de sofrimento e morte, como aconteceu com o cordeiro no Egito, que antes de ser sacrificado foi separado por quatro dias (Êxodo 12.6).

Mais um aspecto da vida e do ministério de Jesus mostra os quatro dias de recolhimento de Jesus que antecederam Sua morte: conforme o Evangelho de João, o ministério público de Jesus, desde a prisão de João Batista até Sua crucificação, durou aproximadamente três anos e meio (três festas da Páscoa são mencionadas, a uma quarta são feitas referências). O batismo no Jordão, quando João Batista disse de Jesus: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1.29), deve ter ocorrido algum tempo antes. Assim, parece ter transcorrido aproximadamente quatro anos entre esse acontecimento e a morte de Jesus, o que - em, sentido figurado, seria mais um cumprimento dos quatro dias de espera para a imolação do cordeiro pascal. A imaculabilidade do cordeiro (Êxodo 12.5) também aponta para a vida impecável de Jesus, que podia dizer: "Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?" (João 8.46).

A entrega de Jesus para ser sacrificado é descrita em João 19.14-16. Lemos no versículo 14: "E era a preparação da páscoa, e quase à hora sexta;...". Tudo aconteceu nesse dia, embora os principais sacerdotes e anciãos do povo tentassem evitar a coincidência com a festa (Mateus 26.4-5). A pressa com que o processo e a execução aconteceram, mostra como se procurou e se tinha que resolver a questão rapidamente, porque a importante festa está próxima. Jesus ficou dependurado na cruz por seis horas, das nove horas da manhã às três da tarde, quando inclinou Sua cabeça e morreu. A tradição judaica diz que às três horas da tarde os cordeiros pascais começavam a ser sacrificados, e eles somente podiam ser mortos no templo porque o sangue devia ser colocado sobre o altar (Deuteronômio 16.5-7). Como tinham que ser mortos milhares de animais, era necessário começar às três horas da tarde. A exatidão do cumprimento do simbolismo [, sinalização e selagem] em Jesus Cristo é assombrosa, como se Deus quisesse mostrar ao Seu povo mais uma vez com insistência: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo". Os sinais que acompanharam a morte de Jesus foram visíveis para todos. Houve trevas sobre a terra desde o meio-dia até às três horas da tarde, e então, quando Jesus morreu, tremeu a Terra, fenderam-se as rochas e o véu do santuário (Templo) se rasgou em duas partes de alto a baixo (Mateus 27.45-51), exatamente na hora em que se começava a matar os cordeiros pascais no Templo.

O elemento mais importante do cordeiro pascal no Egito foi o sangue, que devia ser passado nas ombreiras e na verga das portas das casas. O sangue era o sinal [,símbolo e selo] para o Senhor [abençoá-los]: "E aquele sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; vendo Eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando Eu ferir a terra do Egito" (Êxodo 12.13). Da expressão "passarei por cima", em Hebraico pessach, vem o nome Páscoa! Para os israelitas o sinal [, símbolo e selo] do sangue foi [comunicante de] sua salvação [pela ação graciosa do Senhor], e o sangue de Jesus [sinalizado, simbolizado e selado no puro vinho, autêntico fruto da vide] tornou-se [, pela instituição do Senhor,] o sinal [, símbolo e selo] da salvação para nós os que cremos nEle [e na eficácia do Seu sangue, o signo, a coisa simbolizada e a coisa selada]. Seu sangue [, pela sinalização, simbolismo e selagem do vinho puro, autêntico fruto da vide] mostra: aqui já houve julgamento. O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele (veja Isaías 53.5). [Igualmente comunica salvação e as bênçãos advindas da salvação, pela ação do Espírito Santo, que além de converter os eleitos quando a Palavra é proclamada, os abençoa na Celebração da Ceia do Senhor.]

Em Êxodo 12.22 está escrito algo muito importante, que é pouco levado em conta: "... porém nenhum de vós saia da porta da sua casa até à manhã". Os israelitas estavam seguros somente atrás das ombreiras e da verga da porta aspergidas com o sangue - e assim também nós estamos seguros somente em Jesus, somente estamos protegidos se estivermos nEle. Por isso, antes da crucificação, Jesus falou de maneira tão insistente da necessidade de estar nEle! Estar nEle significa, acima de tudo, atender ao que Ele ordena. Do mesmo modo que os israelitas deviam acreditar em Moisés e fazer o que ele tinha ordenado, para serem salvos da perdição.

No mesmo contexto está escrito em Êxodo 12.11: "Assim pois o comereis: Os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a páscoa do Senhor". Também nós crentes em Jesus devemos assumir um posicionamento espiritual semelhante ao dos judeus prontos para partir, como está escrito em Hebreus 13.14: "Porque não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a futura". Mais adiante, a Epístola [do Apóstolo Paulo] aos Hebreus (11.10-16) diz que os crentes, como [estrangeiros e] peregrinos na Terra, estão buscando uma pátria celestial. Também nós devemos nos apressar, devemos estar sempre prontos para partir, revestidos de toda a armadura de Deus, que Paulo descreve em Efésios 6.13-17: cingidos [os lombos] com a verdade, calçados os pés com a preparação do evangelho da paz, [tomando sobretudo o escudo da fé e também o capacete da salvação], tendo na mão a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.

São mencionados ainda mais detalhes que têm significado simbólico: Êxodo 12.8 ordena que a carne assada em fogo do cordeiro devia ser comida com "pães ázimos; com ervas amargosas a comerão". Essa é uma indicação dos amargos sofrimentos de Jesus por nós (tanto em Seu corpo, quanto em Sua alma]. Em Êxodo 12.46 está escrito que nenhum osso do cordeiro pascal devia ser quebrado - por isso, João 19.33-36 menciona que, ao contrário dos dois outros crucificados, nenhum dos ossos de Jesus foi quebrado.

Portanto, podemos dizer com Paulo: "Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós" (1 Coríntios 5.7).

Fredi Winkler (Adaptado por Josias Baraúna Jr.) - Publicado originalmente na Revista Notícias de Israel, Abril de 2000, Ano 22, número 4, pp. 11-13)

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domingo, 24 de abril de 2005

Pessach - Da Escravidão à Libertação

"Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses do ano. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Aos dez deste mês tome cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família" . (Êxodo 12:2-3)

"... No primeiro dia do mês, aos quatorze do mês, no crepúsculo da tarde, é a páscoa do Senhor. Lev 23:5

A Torah ou Pentateuco não dá nome aos meses, sendo referidos apenas números ordinais (primeiro mês, segundo mês, etc). Os nomes conhecidos hoje datam da época do retorno do povo judeu da Babilônia no começo da era do segundo templo. Isso mostra a grande influência que a Babilônia teve sobre o judaísmo antigo. O primeiro mês, então, passou a ser chamada de Nissan, com isso a Páscoa, em sua originalidade, começa em 14 de Nissan.

Pessach, ou Páscoa é uma das três festas bíblico-judaicas que acontecem na primavera israelense juntamente com Purim(Sortes) e Shavuôt(Festa das Semanas ou Pentecostes). O princípio da festa de Páscoa é lembrar que há a passagem de um estado para outro, ou seja, literalmente, a Páscoa foi instituída para o povo judeu para que ele sempre se lembrasse de que o Eterno se revelou a eles, os juntou, os amou e os libertou de um estado de escravidão e alienação, para um estado de liberdade e alívio. O Eterno, também, queria ensinar ao povo a necessidade de sacrificar um animal inocente para que houvesse a remissão e não a destruição dos Israelitas, e isso podemos dizer que foi a graça do Eterno, portanto, a graça não foi inventada no "Novo Testamento".

O Senhor já estava preparando a humanidade para o princípio de redenção desde quando um ou mais animais foram sacrificados para que Adão e Eva fossem "cobertos" da vergonha do pecado: "E fez o SENHOR D'us a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu. (Gênesis 3:21).

Dentro de uma revelação mais profunda, um pouco antes, O Criador fez vir à tona o sacrifício de Isaque, onde Abraão em total obediência, deu seu único filho para ser sacrifício em um ato de amor, obediência e fé ao D'us único. Por causa da fé de Abraão, O Eterno pôde selar Seu compromisso em dar Seu único filho em prol da humanidade através do povo judeu. Jesus(Yeshua = D'us Salvador) já foi profetizado desde o livro de Gênesis e, durante os 1400 anos de sacrifício, o povo judeu fez uma intercessão para a vinda do Messias. A existência de Israel sempre foi fundamental para a existência do mundo, uma vez que D'us escolheu o povo judeu para ser uma nação de sacerdotes, sendo assim, intercessores pela humanidade.

A necessidade de um sangue salvador foi reavivada nos corações judaicos quando tiveram que sacrificar o cordeiro pascal, que tipifica Yeshua, na noite do Êxodo, para que eles não fossem mortos juntamente com os primogênitos do egípcios.

O Eterno, através de Yeshua, nos dá a chance de sermos libertos em todas as áreas da nossa vida. A mente das pessoas hoje estão escravizadas pela pornografia, violência, fofoca, poder, dinheiro, fama, etc, e isso faz com que destruam seus próprios corpos, ou seja, a escravidão mental fará com que as pessoas prendam nesta prisão invisível aos seus olhos, uma escravidão moderna e mental. A obra redentora de Yeshua, que é através das boas novas dentro de um princípio de redenção do indivíduo, leva o homem de volta para D'us. Por isso é que foi necessária uma primeira vinda do Messias, onde nela, o Reino dos Céus poderia ser ensinado aos homens para a prática, fazendo disso um ato profético para vinda do Reino Milenar anunciado pelos profetas, caso contrário, como Yeshua viria reinar soberanamente sem que corações fossem preparados voluntariamente para este reino vindouro? A Torah, com seus princípios eternos, nos ensina sobre o reino. Ela nos mostra o início e o fim dos acontecimentos. A páscoa é um bom exemplo disso. Ela mostra, num plano individual, a condição de um indivíduo em um estado de escravidão passando a um estado de libertação plena, ou seja, tanto no plano físico, quanto espiritual.

Além do princípio Eterno do amor de D'us para com os homens, onde D'us não quer a condenação, mas a salvação. Foi baseado na instrução do Criador "a Torah", que é Yeshua, o judeu praticante, trouxe as boas novas da salvação. Toda a cerimônia de Páscoa traz à lume a lembrança das situações ocorridas antes, durante e depois do êxodo. Todos os elementos que fazem parte da noite do Sêder(ordem) de Páscoa (salsão, osso de carneiro, pasta de maça ou nozes, copo de água salgada, raiz, erva amarga, ovo cozido, o pão sem fermento e os quatro cálices; estes lembram as pragas lançadas sobre o Egito) lembram uma situação passada antes, durante e depois do êxodo e que se identifica com a nossa vida. No Evangelho de João (21:20) está relatado que João, o discípulo a quem Yeshua amava, se reclinou sobre o peito do Mestre na ceia. O reclinar faz parte da cerimônia de Páscoa e lembra que a primeira páscoa foi celebrada por um povo escravizado, mas que nas gerações seguintes, o reclinar seria apenas por lembrança, uma vez que o seu realizar passaria a ser de forma espontânea e não por obrigação. Um outra característica tipicamente judaica da festa, é que em Mt 26:30 mostra que depois de beberem vinho na cerimônia, Yeshua e os discípulos cantaram um "hino", em hebraico "Halel", ou seja, louvor. Este hino, na realidade, é uma coletânea de Salmos que se estende do 113 ao 118 que foi instituído por rabinos antes de Yeshua (Jesus).

Em resumo, a páscoa é uma festa totalmente judaica onde a cerimônia, além de um memorial de que um dia o povo judeu foi escravo em terra estranha e depois milagrosamente liberto pelo Eterno o D'us de Abraão, não só fisicamente, mas também moralmente e mentalmente através da Instrução. A Torah mostra a libertação do homem de sua prisão mental através da fé, praticante na Torah viva que é Yeshua somos libertos no coração (Cavaná intenção do coração). É isso que o profeta anunciou que o Eterno escreveria a sua Torah(mandamento) nos corações não de pedra mas de carne. Este coração é a intenção que em hebraico é chamado Cavaná.

A paganização da Páscoa fez com que toda essa história maravilhosa e o verdadeiro motivo de sua celebração fossem esquecidas e ocultas. Os ovos de chocolates trazidos por um coelho (que por sinal não bota ovo e muito menos de chocolate) nunca traduziram em absolutamente nada o espírito da verdadeira Páscoa. O ovo que faz parte do Sêder de páscoa mostra-nos, através do seu formato, que a aliança do Eterno para com Israel é uma aliança contínua e no deserto Ele dá a sua instrução (Torah) para todos aqueles que a obedecer terá vida em abundância.

O espírito redentor de Pêssach para a humanidade, através de Yeshua, é uma aliança que O D'us de Abraão colocou à disposição dos homens, e ela não deve e nem jamais pode ser alinhada com uma páscoa falsa baseada nos princípios consumistas de ovos de chocolates trazidos por coelhos que nem sequer botam ovos, que por sinal, é contra a ordem da natureza criada pelo Criador, isso é uma acessão que satã faz e usurpa a nossa humanidade.


Luís Cruz e Benandray / www.bibliabytes.com.br

sexta-feira, 25 de março de 2005

Feliz Páscoa

SABE PORQUE JESUS CHOROU?

Aos 33 anos Jesus foi condenado a morte... A "pior" morte da época.

Somente os piores criminosos da época morreram como Jesus morreu.

E com Jesus ainda foi pior porque nem todos os criminosos naquela punição receberam cravos nos membros...

Sim... Foram cravos e não pregos....

Cada um deveria ter cerca de 15 a 20 cm, com uma ponta com 6 cm e a outra ponta pontiaguda.

Eles eram enfiados nos pulsos e não nas mãos como é dito.

No pulso, há um tendão que vai ate o nosso ombro...

Quando os cravos foram enfiados esse tendão se rompeu sendo que Jesus era obrigado a forçar todos os músculos de suas costas para não ter os seus pulsos rasgados.

Sendo assim, não podia forçar tanto tempo porque perdia todo o ar de seus pulmões.

Desta forma, era obrigado a se apoiar no cravo enfiado em seus pés, que por sua vez era maior que os das mãos porque eram pregados os dois pés juntos.

Já que seus pés não agüentariam por muito tempo, senão rasgariam, também, Jesus era obrigado a alternar este "ciclo" simplesmente para conseguir respirar.

Jesus agüentou esta situação por um pouco mais de 3 horas.

Sim, mais de 3 horas...

Muita coisa não???

Alguns minutos antes de morrer Jesus não sangrava mais.

Simplesmente saia água de seus cortes e machucados.

Quando imaginamos machucados, imaginamos simples feridas, mas não, os dele eram verdadeiros buracos, buracos feitos em seu corpo...

Ele não tinha mais sangue para sangrar. Portanto, saía água.

Um corpo humano e composto de aproximadamente 8 litros de sangue (um adulto).

Jesus derramou 8 litros de sangue, teve três cravos enormes enfiados nos membros, uma coroa de espinhos enfiados na cabeça e teve um soldado romano que enfiou uma lança em seu tórax, sem falar de toda a humilhação que passou, após ter carregado a sua própria cruz por cerca de dois quilômetros, com pessoas cuspindo em seu rosto e atirando pedras em seu corpo (a cruz pesava cerca de 30 quilos... só a parte em que lhe foram pregadas as mãos).

Isso tudo para que você tivesse um livre acesso a DEUS...para que você tivesse todos o seus pecados lavados... Todos eles, sem exceção!

ELE MORREU POR VOCÊ... Você mesmo, que está lendo este e-mail...

Não fique achando que ele morreu pelo outros, por só aqueles que vão a alguma igreja ou por aqueles monges, padres, pastores, bispos, etc...

Sim, Ele morreu por você também.

Aceite a realidade, a verdade de que JESUS É A ÚNICA SALVAÇÃO PARA O MUNDO

Pense nisso agora!!! DEUS abençoe nossas vidas!!!!!!

 

É UM FACTO E NÃO UMA FÁBULA

1 Coríntios 15:1-19

Se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. - 1 Coríntios 15:17

A ressurreição de Jesus Cristo é a pedra angular da fé cristã. Sem ela não temos esperança para esta vida nem para a próxima. É por isso que é importante reconhecer que a nossa crença na ressurreição de Cristo não se baseia num sentimento religioso ou num rumor sem fundamento, mas num facto histórico com evidências sólidas que o sustentam.

Há um século atrás, um grupo de advogados encontrou-se em Inglaterra para discutirem os relatos bíblicos da ressurreição de Jesus. Eles queriam ver se existia informação suficiente para uma possível argumentação perante um tribunal de justiça. Concluíram que a ressurreição de Cristo foi um dos factos mais bem fundamentados da história.

No seu livro Countdown (Contagem Decrescente), G. B. Hardy escreve algumas perguntas sobre a ressurreição, que dão que pensar: "Só existem dois requisitos essenciais: (1) Alguém escapou à morte e conseguiu prová-lo? (2) É vantajosa para mim?" Hardy continua, dizendo que só o túmulo de Jesus está vazio. E porque Jesus conquistou o pecado e a morte, nós que colocamos a nossa fé n'Ele, tomaremos parte na Sua ressurreição.

"Se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé," escreveu Paulo em 1 Coríntios 15:17. Evidência histórica e incontáveis vidas transformadas, testificam que a ressurreição de Jesus é um facto. Já colocaste a tua esperança no Cristo ressurrecto? - DCE

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É MAIS DO QUE UM FACTO HISTÓRICO - É A PROVA DA NOSSA SALVAÇÃO.

Tenham uma Feliz Pascoa, vale apena ama-Lo, pois foi por mim e por voce que Ele morreu.

A Bíblia só foi traduzida para 2.426 das 7 mil existentes línguas faladas no mundo.
Precisamos nos apaixonar novamente pelas Sagradas Escrituras!

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